A vocalista, compositora, designer de moda, modelo, atriz e ícone Beyoncé é uma das artistas mais movimentadas e mais bem sucedidas financeiramente no mundo, encontrados perto do topo de todas as listas de contabilidade por poder e influência entre as celebridades e artistas, portanto, ter uma entrevista com ela é uma tarefa desafiadora, por isso fiquei muito feliz por ter uma entrevista de 20 minutos.
O encontro foi marcado para 16:30, no Hotel Corinthia, em Londres, uma das paradas de Beyoncé em sua Mrs. Carter show da turnê mundial. No meu caminho para a sala de conferências do lobby do hotel, me deparo com guardas e segurança em todas as portas. Em um quarto, eu vejo uma equipe ocupada desembalando equipamento de fotografia de uma montanha de caixas e transportando isso para a sala de conferência, onde eles literalmente construiram um estúdio de fotografia, como se estivéssemos indo para fazer um ensaio de moda. Você vê, Beyoncé não permite que ninguém tirasse foto a não ser seus próprios fotógrafos.
Ao entrar no quarto, eu sou cumprimentado por seus representantes com um ingresso para seu show de hoje à noite, uma bolsa elegante que continha marca de perfume de Beyoncé e serviram uma bebida Pepsi-Beyoncé .
Eu suportei esperar mais de 90 minutos frustrantes para falar com Beyoncé. A Pepsi gelada não saciava a minha derrota, para os seus representantes, que continuam prometendo que ela está a caminho, tentar em vão para entorpecer o meu desagrado com bebidas mais potentes, incluindo o vinho de alta qualidade. Finalmente, alguém diz que ela acabou de sair da sua sala, e está se dirigindo para o elevador, o que soa promissor.
Momentos depois, ouvi um barulho estrondoso se aproximando do quarto, seguida pela abertura da porta, que, como um dique liberando a água, libera um fluxo de humanidade para o quarto. Vestindo um top verde, calça jeans e cabelo loiro encaracolado, Beyoncé surge com o exército protetor do make-up de artistas, assistentes e seguranças e vai para as luzes do estúdio, seguido por três câmeras, fixas e de vídeo, que atiram cada movimento.
Ao contrário da imagem dura que ela projeta no palco ou vídeos de música, a cantora nascida no Texas parece e soa como uma menina doce, com um sorriso permanente no rosto dela, que cura instantaneamente a angústia da espera de mais cedo. Depois que ela me cumprimenta calorosamente, ela concorda que ela é apenas uma menina.
"Esta vida, quando estou no palco é de algumas horas do meu dia", diz ela. "O resto do dia eu estou trocando fraldas, eu estou com a minha família e eu sou tratada da mesma maneira. Estou com minha mãe, ela é como, 'Garota, você não é uma rainha ".Por isso, é bom ter o equilíbrio ", ela ri.
As mudanças de 31 anos de idade, com sua filha, Blue Ivy Carter, com quem ela teve com o marido de cinco anos, os registros de magnata, Jay-Z. A maternidade, segundo ela, mudou tudo para ela.
"Eu sinto que estou muito mais corajosa e mais segura com o meu propósito",entusiasma-se ela. "Após o parto, há um momento de redescoberta de quem você é e ter certeza que você ainda tem seus objetivos, e você ainda cuidar de -ser como uma mulher. Isso era algo que eu lutei com:. Certificar-se de que eu ainda era uma mulher forte e ter o meu negócio e também dar tempo para o meu filho e equilibrar os dois " Mas ela não tem dúvidas sobre a sua nova prioridade na vida. "Para proteger minha filha ", ressalta ela, pousando a mão sobre a mesa.
De fato, o astro leva a sério a proteção, confinando-se em uma bolha segura.Enquanto aqui em Londres, ela evitou a cidade movimentada e ficou em um hotel rural com o marido e a filha, pendulares no seu helicóptero particular. Ela diz, porém, que ela perde o que nós tomamos para concedido. "As pequenas coisas, como ser capaz de ir às compras de fraldas." Mas o medo de uma câmera de segurança tirando uma foto dela que ela não aprova inibe-a de fazê-lo.
Mas isso não a impediu de se conectar com as pessoas espiritualmente. "Às vezes estamos tão ocupados em nossas vidas que nós não prestamos atenção às conexões, mas elas estão lá o tempo todo e eu me sinto muito mais ligado ao que, depois de compreender o quão poderoso tudo o que somos, especialmente como mulher após o parto ".
Beyoncé sentiu essas conexões profundamente enquanto esteve trabalhando no novo filme de animação, Epic, na qual ela dubla a rainha Tara, que lidera seus súditos, o leafmen, em sua luta contra o Boggans, que estão empenhados em destruir a floresta. "Eu sempre quis ser a voz de uma rainha", sorri Beyoncé, que poderia relacionar-se como rainha Tara lidava com as pessoas. "Eu sinto que às vezes, quando você é uma celebridade, as pessoas esperam que você não use colírio de supermercados ou pensam tudo o que é diferente, mas no final do dia Sou um ser humano. "
Expressando Rainha Tara foi o primeiro trabalho que Beyoncé fez após o parto. "Eu senti tanta emoção e hormônios que eu literalmente chorei lágrimas quando eu fiz a cena em que a jovem que admira Rainha Tara disse à sua mãe que ela queria ser uma rainha como ela e sua mãe disse: Eu não sei se você já vai ser uma rainha ".
A cena levou as memórias de Beyoncé de volta quando ela tinha 10 anos de idade. Vendo Whitney Houston executar o Hino Nacional há 22 anos no Super Bowl 1991, ela disse à mãe "Um dia eu vou fazer isso." E sua mãe disse: "Yeah, baby, tudo bem." No início deste ano, não só fez Beyoncé cantar o hino nacional no Super Bowl, mas também na inauguração do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama."Você nunca sabe o que vai acontecer em sua vida, e tudo na vida está conectado. Eu vejo você, eu e o meio de passar a tocha ", ela fala.
Mas Beyoncé não está pronta para passar a tocha ainda. A 18 vezes vencedora do prêmio Grammy, que já vendeu 75 milhões de discos, estrelou filmes como Dreamgirls (2006) e Cadillac Records (2008), e ganhou mais prêmios de design de moda, ainda tem sonhos de vida e metas a alcançar.
"Eu quero fazer mais filmes", ela se entusiasma. "Eu quero continuar a me desafiar", diz ela. "Eu acho que posso ter maiores riscos artísticos porque eu sinto que o sucesso comercial é algo que eu tenho sido muito feliz com ele. Então agora eu tenho a liberdade de fazer as coisas que são mais escuras, coisas que não são tão bem-sucedidas comercialmente, mas algo que vai alimentar a minha alma como um artista - o herói em mim. "
Em menos de 3 horas, Beyoncé vai se apresentar no Arena O2, na frente de milhares de fãs, mas ela parece relaxada sem uma pitada de nervosismo. Mas, aparentemente, a astro tem desenvolvido uma rotina de 3 horas de preparação.
"Eu digo uma oração e faço um trecho com todos os meus companheiros de banda", ela sorri. "Na verdade, eu só tenho uma cadeira que dá realmente uma grande massagem por uma hora, enquanto eles fazem o meu cabelo e make-up. E eu tenho uma lista de músicas que eu escuto todos os dias ".
Bem na hora, Beyoncé levanta de seu assento e divertidamente dá adeus. "Vejo vocês no show de hoje à noite," ela é escoltada por seu séquito para fora da sala.
Alguns já chamam Beyoncé de a Rainha do Pop, mas muitos dizem que ela ainda para destronar Madonna tem, a fim de reivindicar este título. Com o ritmo que ela está aumentando e sua determinação incansável para conquistar tudo o que ela toca, ela devidamente atingirá qualquer título que deseja.
Uma entrevista exclusiva de Beyoncé foi ao ar durante o Good Morning America hoje. Beyoncé fala sobre sua vida como mãe, ter mais filhos no futuro e sua recente viagem a Cuba. Assista abaixo!
A Entrevista de Beyoncé para Oprah no Oprah Next Chapter, que vai ao ar neste sábado antes do Life Is But a Dream ganhou um novo trecho. Nele Beyoncé fala de sua relação com Jay-Z:
“absolutamente, e eu não seria essa mulher se não voltasse para casa, para esse homem.Ele me ajudou de diversas formas, primeiro nós fomos amigos, por um ano e meio no telefone, antes de sairmos juntos, e essa base é importante em uma relação, só de ter alguém que você gosta, que é honesto, sabe?” Veja o Video:
Beyoncé estampa a Revista The Gentlewoman da edição Primavera/Verão.
Beyoncé fala sobre sua independência e sua separação de seu pai nos negócios.
“Estou no controle de meu conteúdo, de minha marca. Salvando tudo para que minha filha tenha e respeite tudo o que tem. Mas, ainda não há muitas de nós que se tornam milionárias”, contou a cantora. “Acredito que há muitas maneiras de se chegar lá”. “Ainda lembro como não havia ar-condicionado na nova sala e a gente não tinha nem um escritório. Era tipo camping”.
Preparem-se para a anarquia de cabelos! É uma noite chuvosa na cidade de Nova York, e dentro de um grande estúdio cinematográfico do lado oposto do rio no qual fica o centro da cidade, Beyoncé Knowles está em pé em frente a uma câmera, com suas botas Giuseppe Zanotti pretas, esperando uma foto em close-up. É uma sessão publicitária para a L’Oréal, e os cabelos estão sendo tão levados a sério quanto uma reunião do Congresso. O cabelo de Beyoncé brilha do jeito impecável e sonhador que cabelos brilham em comerciais. O diretor por trás dessa anarquia de cabelos é Jake Nava, parceiro de Beyoncé em clipes como “Single Ladies” – que infamemente levou Kanye West a interromper o discurso de Taylor Swift no MTV Video Music Awards para que ele pudesse dizer que o vídeo era “um dos melhores vídeos de todos os tempos.”
Nava supervisiona a sessão com a calma de um homem que tem uma carta na manga. Apesar das altas demandas da noite – o produto, o cliente, uma tela de vídeo fantástica que reflete no chão e parece um aquário – Nava mantém o foco em Beyoncé. Vamos lá. Trata-se de Beyoncé. Deixe Beyoncé ser Beyoncé.
A câmera liga. Um ventilador é ligado. “Don’t Stop ‘Til You Get Enough”, de Michael Jackson, ressoa através de um aparelho de som. E depois “Lovesexy”, de Prince. Beyoncé começa a mexer os quadris, ombros e lábios de maneira sedutora, mas livre para todas as audiências. Por de trás de um monitor de vídeo, o sotaque londrino de Nava diz encorajamentos animadinhos, no estilo Austin Powers:
“Uau!”
“Isso aí, cara!”
“Uau, ótimo, Beyoncé – foi realmente bom, cara.”
“Mais!”
“Diferente agora.”
Nava não especifica: Beyoncé sabe o que ele quer. Essa noção natural é o que faz alguém vender dezenas de milhões de discos, conseguir mega-acordos de patrocínio e se tornar uma das entretainers mais icônicas de sua geração. Beyoncé conquistou há muito tempo o status de ser conhecida apenas por um nome, mas junto com isso ela alcançou algo ainda maior: ela foi além de ser simplesmente alguém que faz músicas e, ocasionalmente, filmes. Ela se tornou mais uma marca cuidadosamente estudada do que uma popstar. Beyoncé consegue ficar em sapatos altos de 15 centímetros e, ainda assim, chegar em casa só às onze da noite. Responsabilidade, nada de imprudências. O presidente Obama disse, há pouco tempo, que a super estrela “não poderia ser um exemplo melhor para as minhas filhas”.
OK, ela é linda, e tem uma voz linda (“Uma voz incrível,” diz sua amiga Alicia Keys) e um lugar na música pop, que agora é mais adulto do que modinha – “Ela é a rainha,” diz o mestre produtor musical Timblanad. Mas ela também sabe como se apresentar. Quando uma câmera passa por ela, ela executa uma jogada de cabelo dramática, que parece perigosa quando feita por pessoas normais, mas incrível quando ela faz. Nava pede para cortar, e Beyoncé sorri e sacode a cabeça como um metaleiro – pescoço para baixo, mão erguida no ar com o símbolo de chifres de demônio, como se ela estivesse na primeira fila de um show do Iron Maiden. A equipe se acaba de rir. Aqui está sua anarquia de cabelos.
No mês que passou, descobri que um encontro com Beyoncé pode ser tão difícil de marcar quanto uma partida de tênis com o Papa. (Durante semanas ficamos indo e vindo: quando ela estava em Las Vegas, eu não podia ir para lá; quando ela saiu de férias com a família no Caribe, curiosamente eu não fui convidado). Mas agora, durante uma pausa no ensaio, ela está pronta para falar. Chego até ela no estúdio, sob luzes e emaranhados de cabos e por um corredor estreito onde membros da equipe de Beyoncé executam várias atividades e um segurança de terno cinza protege uma porta. Beyoncé precisa de um minuto. Um pouquinho depois, sou levado a encontrá-la em seu camarim privado e sem janelas com um pequeno sofá preto. Uma câmera de vídeo foi colocada sob uma mesa – como sempre, para gravar o ato de Beyonce sendo Beyoncé. Há uma fruta em uma bandeja, e é a fruta mais linda e suculenta que já vi na vida. As botas dela estão descalçadas, colocadas de forma arrumada no chão. Ainda vestindo seu maiô Norma Kamali e suas calças Helmut Lang, ela pede um robe para alguém. Entregam-lhe um robe branco, e Beyoncé o coloca como um cobertor em seus ombros. Ela parece uma adolescente pronta para deitar encolhidinha e assistir a um filme.
Ela tem 31 anos agora e está prestes a embarcar em uma das etapas mais loucas de sua carreira. Em algumas semanas, ela vai se apresentar com “The Star-Spangled Banner”, o hino americano, na posse do presidente Obama, sendo a segunda vez que recebe a honra de cantar no evento, a primeira tendo sido quando, em 2009, ela se apresentou com “At Last” no Neighborhood Inaugural Ball para os primeiros presidente e primeira-dama afro-americanos. Pouco tempo depois, ela será a atração principal do show do intervalo do Super Bowl XLVII – um show caótico e espetacular com audiência mundial de centenas de milhões, sendo que alguns destes até assistem ao jogo de futebol americano. E então temos Life Is But a Dream, um documentário revelador da HBO, que Beyoncé co-dirigiu, previsto para estrear no dia 16 de fevereiro (e para ser reprisado muitas vezes depois). E mais: música nova do trio platina de sua juventude, Destiny’s Child. E então: o mais novo álbum solo de Beyoncé, que, por ser muito perfeccionista, ainda está trabalhando em algumas coisas. “Estarei torcendo,” ela diz, sorrindo. “Ainda tenho que descobrir algumas coisas.”
Seu retorno aos holofotes é uma chuva de coisas chocantes e muita admiração. Beyoncé estará em sua vida como nunca esteve antes, com suas músicas e sua imagem e essência praticamente descendo por sua chaminé e se espalhando pelo chão. O escrutínio será intenso, e Beyoncé admite que ainda se sente ansiosa – esse tipo de sentimento nunca vai embora. “Ainda estou completamente nervosa,” ela diz. “Ainda sinto a pressão.”
Mas, de fora desse pequeno cômodo, vem um barulho doce, gentil e inconfundível. O suave choro de um bebê. E, apesar de Beyoncé ter começado a falar sobre seu novo álbum, ela pára, ouve e derrete visivelmente. E, nesse momento, se torna claro que apesar da carreira e dos negócios de Beyoncé serem vitais e essenciais, a vida de Beyoncé Knowles mudou para sempre.
“Ela está prestes a ir dormir,” Beyoncé diz, radiante.
Ela, é claro, é Blue Ivy Carter, filha de Beyoncé com seu marido, o magnata do hip-hop Shawn Carter, também conhecido como Jay-Z, nascida no dia 7 de janeiro de 2012, em Nova York. Seu nascimento atraiu a atenção de tantas pessoas quanto um nascimento na realeza. Agora, a menina de um ano de cabelos enroladinhos é a luz de Beyoncé, sua companhia constante, sua companheira que vive fazendo aparições no Tumblr de Beyoncé. “Ela é minha guia,” diz Beyoncé. “Meu lar, minha melhor amiga.”
No passado, Beyoncé foi discreta sobre detalhes de sua vida pessoal, mas a maternidade parece ser um assunto muito poderoso para que ela consiga esconder por completo. É impossível dizer isso sem soar como um apresentador sorridente de um programa de TV matutino, mas a felicidade irradia dela. A felicidade dela é inegável, e, para uma mulher discreta, ela não parece estar tentando ser.
“Me senti muito maternal durante oito meses,” ela se lembra. “Achei que não conseguiria me sentir mais maternal até vê-la… Mas aconteceu durante o trabalho de parto, porque tive uma conexão muito forte com minha filha. Quando tive as contrações, imaginava minha filha empurrando portas muito pesadas. E imaginei aquela criancinha tão pequenina fazendo todo o trabalho, então não conseguia pensar em minha própria dor… Estávamos conversando. Sei que parece doideira, mas senti uma comunicação.”
Beyoncé confessa que a gravidez a assustou. Ela sempre esteve acostumada a estar no poder – Kelly Rowland, sua amiga de muito tempo e parceira no Destiny’s Child, a descreve como uma perfeccionista que fica acordada até as quatro da manhã na noite anterior a um show, prestando atenção em detalhes como os botões de um figurino. (“A mão dela está em tudo,” diz Rowland.) Agora, Beyoncé está preste a embarcar na jornada mais imprevisível da vida. Bebês não ligam se sua mãe está tocando durante o Super Bowl. Bebês não pedem que ela compareça às festas pós-Grammy.
No hospital, os medos dela desapareceram. “Minha família e meus amigos mais próximos estavam lá quando dei à luz,” ela diz. “Tudo que me assustava simplesmente não estava presente naquela sala. Então pude me entregar e realmente apreciar cada contração… foi o melhor dia da minha vida.”
Rowland diz que Beyoncé sempre “teve um instinto maternal… desde que éramos crianças.” E percebe-se que, com Blue, Beyoncé se encaixa em um papel natural e confortável. Os dias são agendados de acordo com sua nova família e, apesar de ser difícil de imaginar a casa de Beyoncé e Jay-Z como a casa de pais de primeira viagem – as versões de “A Dona Aranha” devem ser incríveis, no entanto – ela diz que há um foco claro. “Sinto que algo me conforta ainda mais,” ela diz. “Família sempre foi importante. Sempre tive minha mãe e meu pai e meu marido. Mas é…” ela pausa. “A vida é tão mais que isso… E não é definida por nada disso.”
“Isso”, é claro, significa a atenção, o dinheiro, a fama, a fruta incrível aqui dos bastidores. Vale lembrar que ela está entrando na quarta década de sua vida, a maior parte desta gasta no showbusiness, e ela nunca teve um período louco ou de auto-destruição – manchetes embaraçosas parecem ser obrigatórias na vida das estrelas do pop. “Ela é muito madura para a idade dela às vezes,” diz Rowland. “Acho que é porque ela cresceu no salão da mãe. Eu também cresci lá… Nós ouvíamos as conversas de outras pessoas e aprendemos muito”.
Agora há equilíbrio, uma mistura de trabalho e vida doméstica. Beyoncé gravou a maior parte de seu próximo álbum (que ela diz ser uma mistura de seu último álbum, 4, com I Am… Sasha Fierce, de 2008) no verão passado, em Hamptons, Nova York, com parcerias como Timbaland, Justin Timberlake e The-Dream. O clima era praiano e relaxado. “Nós jantávamos com os produtores todos os dias, como uma família,” ela diz. “Era como um acampamento. Finais de semana de folga. Nós pulávamos na piscina e andávamos de bicicleta… o oceano, a grama, os raios de sol… Era um lugar realmente seguro.”
Ela encontrou equilíbrio. Amiga íntima de Beyoncé, Gwyneth Paltrow relata uma história de quando foi visitá-la no estúdio de gravação, e encontrou mãe e filha.
“Blue estava dormindo nos braços dela, no colo dela, e B estava ouvindo o material no qual estava trabalhando,” diz Paltrow. “Pensei, ‘é assim que se faz. Você faz o que ama com quem você ama’.”
Há apenas uma diferença na vida musical de Beyoncé, diz Paltrow. Quando Blue está no estúdio, eles abaixam o volume.
Duas semanas depois da loucura do Super Bowl, Beyoncé vai se abrir ao público – ou apenas o público que tem HBO – de uma forma que ela nunca fez antes, através Life Is But a Dream. “Minhas história nunca foi contada – ninguém sabe realmente quem sou,” ela diz, um comentário que pode estressar os autores das nove biografias não autorizadas de Beyoncé que encontrei à venda na Amazon.
Beyoncé, é claro, vive sua vida diante das câmeras – não somente as indesejáveis dos paparazzi, mas de seus próprios cinegrafistas, que registram tudo, desde reuniões mundanas com produtores até festas de aniversário em família. Então, Life Is But a Dream se parece mais com um delicioso filme caseiro do que com um documentário tradicional. Há monólogos de Beyoncé em sua cama, sem maquiagem, falando com o laptop. Há cenas de helicópteros privados, jatinhos, uma varanda de suíte no Ritz de Paris. Há sequências fofas de Beyoncé de roupa de banho brincando com seu marido a bordo de um iate e em um jantar na Croácia, com os dois cantando “Yellow”, do Coldplay. Apesar de ter muitos momentos de canto e dança, Life Is But a Dream também mostra momentos de tristeza. Uma das situações mostradas no filme é a difícil decisão que Beyoncé tomou em 2011 de demitir seu pai, Mathew Knowles, do cargo de empresário dela. No início, ela ficou desolada – “Minha alma foi manchada,” ela declara – porém, mais tarde, conforme ela foi adquirindo sua independência e confrontando os problemas do ramo, ela acabou apreciando a ajuda do pai. “Meu pai me ensinou muito sobre ser uma mulher de negócios,” ela diz. “E eu o entendo muito agora… Muitas das coisas loucas que ele fez foram necessárias.”
Beyoncé diz ter achado o processo de criação do filme terapêutico. “Esse filme me curou de muitas formas,” ela diz. “Ele me dá vontade de chorar.”
“Desculpe,” ela diz, seus olhos molhados. “Sou apaixonada por ele, e é uma boa sensação.”
Life Is But a Dream também reforça a missão de Beyoncé – um documento de auto-descoberta que revela o ponto de vista do mundo de uma super estrela. Beyoncé fala sobre igualdade e injustiça de gênero – “Igualdade é um mito e, por algum motivo, todos aceitam o fato de as mulheres não ganharem tanto dinheiro quanto os homens” – e oferece conselhos diretos sobre aquisição de poder. (“O poder não é dado a você. Você deve consegui-lo.”) E, apesar de mostrar materiais inéditos que farão os fãs irem à loucura (o ultrassom da Blue!), é Beyoncé que controla esse acesso. Tudo que está lá tem sua aprovação.
Michael Lombardo, presidente de programação da HBO, acredita que existem benefícios reais nessa abordagem. “Acho que deve haver uma decisão dos artistas de ter uma conversa honesta com seus fãs, e eles não devem esperar os paparazzi ou os periódicos semanais definirem quem eles são,” Lombardo diz. “Existe uma vontade enorme de desconstruir certas personalidades. Acho que isso é apavorante para um artista.”
Life Is But a Dream tenta mostrar as divisões da vida de Beyoncé. Em um certo momento, ele fala sobre – e desmente – o peculiar rumor de que Beyoncé estava fingindo sua gravidez e estaria secretamente usando uma barriga de aluguel. Hoje em dia, essas fofocas mais surpreendem-na do que a deixam com raiva. “Foi muito estranho,” Beyoncé diz. “Quem sequer pensa nisso? Tipo, quem inventaria isso… Não se pode levar muito a sério.”
A mãe de Beyoncé, Tina Knowles, que chama os rumores sobre a gravidez de “a coisa mais ridículo no mundo”, admitiu que passou tempos difíceis. “É difícil como mãe, porque as pessoas dizem todas essas coisas loucas… e eu algumas vezes queria dizer ‘Fala pra eles’. E ela respondia “Mãe, eles não merecem minha atenção. Deixe eles dizerem o que quiserem.”
“Eu tenho que deixá-la calma,” diz Beyoncé de sua mãe.
Mas até a altamente disciplinada máquina chamada Beyoncé não pode sempre prever a controvérsia; recentemente, quando assinou um contrato com um dos patrocinadores do Super Bowl, a Pepsi, ela foi criticada por instituições de saúde que condenam refrigerantes, por causa do problema da obesidade em crianças. Esse tipo de resposta é raro. Beyoncé Inc. é um lugar tipicamente estável. Ela não entrega demais. Beyoncé tem quase sete milhões se seguidores no Twitter – e, até o meio de janeiro, apenas quatro tweets.
Ela credita o marido, outra super estrela que também é empresário que já provou ser disciplinado na questão de ser uma celebridade. “É bom saber que alguém sempre vai ser honesto e contar a verdade, que vai entender exatamente pelo que estou passando, assim como eu posso entender exatamente pelo que ele está passando,” ela diz de Jay-Z.
Eles descobriram algo. Se você passa um tempo em Nova York, existe uma possibilidade de você encontrar o Sr. e a Sra. Carter. Lá estão eles, na casa de bilionária dos Brooklyn Nets, do qual Jay-Z é sócio. Lá estão eles fazendo compras de última hora para o Natal na Bergford Goodman. Lá estão eles na vizinhança do Brooklyn, jantando em uma pizzaria pequena, babando no bebê de um casal jovem sentado ali perto. É algo raro: uma vida privada vivida em público com sucesso. (Quando o casal foi porta-voz de uma campanha da arrecadação de fundos para Barack Obama durante as eleições de 2012, o presidente disse que sua vida era parecida com a de Jay: “Nós dois temos filhas e nossas esposas são mais populares que nós.”)
Mas Beyoncé não pode se isolar de todos os rumores loucos. Quando ela encontra uma história sobre ela mesma na Internet, ela lê apenas a história. E pára aí. Ela não rola a página e lê os comentários, que tem tendência a ser cruéis.
“Não role a página!”, Beyoncé aconselha, rindo. “Você definitivamente vai se magoar.”
Ela fará uma turnê, no meio do ano. Ela tomará cuidado com sua agenda de apresentações, garantindo ter tempo para ir a museus e restaurantes com Blue e “mostrar coisas lindas a minha família”. Mas ela está animada para voltar aos palcos. Ela não pode esperar.
“Quando ela está trabalhando em cima do palco, ela tem mais poder do que qualquer mulher que eu já tenha visto,” diz Paltrow. “Ela nunca diz isso, e nunca disse isso, mas sinto que ela sabe, com cada fibra do ser dela, que ela é a melhor do mundo no ramo dela.”
Ainda há uma obsessão por detalhes na vida artística de Beyoncé. Em seu estúdio estão “tabelas visuais” para estimular seu processo criativo – fotografias, textos, lembranças de feitos realizados. A capa de seu álbum de 2003 Dangerously In Love está lá. Fotos de suas performances com Tina Turner e Prince no Grammy. Conceitos de músicas. Títulos em potencial. “Tem muita coisa lá,” ela diz. “Ficou até parecendo Uma Mente Brilhante.”
Beyoncé diz que suas músicas novas são “muito mais sensuais… dão poder.” Elas celebram ser uma mulher e esposa, refletindo as óbvias mudanças em sua vida. “Nesse momento, depois de dar à luz, eu realmente entendo o poder do meu corpo,” ela diz. “Sinto que meu corpo significa algo completamente diferente. Me sinto mais confiante com ele. Mesmo estando mais pesada, mais magra, o que for. Me sinto mais mulher. Mais feminina, mais sensual. E sem vergonha disso.”
Ela brinca que, da próxima talvez, talvez faça um álbum country. Ou de jazz. Ela fala sobre querer mais filhos. “Quando era mais nova, houve momentos nos quais disse ‘Não vou ter filhos,’” ela diz. “E momentos nos quais eu queria quatro deles. E agora eu definitivamente quero outro, mas não sei quando.”
O que acontecer, vai acontecer. Mas percebe-se que Beyoncé não deixará sua vida ficar inflexível, e que ela não ficará imersa do que que fazia antes. “É importante para mim que minha filha seja capaz de experienciar a vida e de fazer coisas normais que todas as crianças devem fazer,” ela diz.
Garotas escoteiras? Bancas de limonada? Visitas escolares? Olá, Sr. e Sr.a Carter estão aqui para a reunião de pais…
“É claro,” ela diz. “Visitas escolares, bancas de limonada e tudo isso. É muito importante para mim.”
Beyoncé se refere aos sacrifícios que ela fez quando era jovem, as milhares de horas gastas praticando e se apresentando. Ela acredita ter ganhado a habilidade de relaxar. “Eu não acho que tenha que agradar ninguém,” ela diz. “Me sinto livre. Me sinto adulta. Estou crescida. Eu posso fazer o que quiser. Posso dizer o que quiser. Posso me aposentar se quiser. É por isso que trabalhei tanto.”
Ela não se aposentará nada em breve, mas você entendeu. Na vida de Beyoncé Knowles, há uma nova liberdade. Há felicidade. E, não longe de onde nos sentamos, atrás dessa porta que leva a uma vida famosa, tem um carrinho de bebê. Tem a Blue, e um futuro grande e sem limites pela frente.
No Video abaixo, Beyoncé fala sobre a importância de fazer algo na vida das pessoas, e comenta sobre Blue Ivy e sua vida após ao nascimento da garotinha que está com 8 meses.
Assista, abaixo tem as perguntas principais da entrevista traduzidas:
--------------Perguntas principais:------------
Anderson:
-Como foi se apresentar na Assembléia?
Beyoncé:
-sei que não tem uma performance aqui desde 1979.
Anderson:
-Você fica nervosa.
Beyoncé:
-Absolutamente.Mas tenho que dizer que o melhor momento foi com minha filha. ela está com 7 meses e eu a trouxe para o ensaio, por que é importante ela ver que sua mãe faz coisas desse tipo.
Anderson:
-Como ter uma filha mudou sua vida?
Beyoncé:
-Bem,isso te dá propósito.Tudo que estava ligado com minha auto-estima, mudou completamente. Descobri o motivo por ter nascido,e mais que isso, as coisas que quero passar para minha filha e a melhor forma de fazer isso não é ensinando e sim dando o exemplo,e por isso estou aqui.
Anderson Cooper:
-tem alguma canção de ninar que cante pra ela?
Beyoncé:
-canto canções de ninar e sou mãe e hoje foi a primeira vez que ela me viu performar e ela estava bem confusa.
Anderson:
-Que canções você canta?
Beyoncé:
-todas. eu as invento bem doidas e bobas.
Anderson;
-Quem mais troca fraldas?Você ou Jay-Z?
Beyoncé:
-é bem legal.nós dois trocamos.eu amo fazer isso.
washingtonpost.com publicou essa semana que Diana Warren já tem letras de músicas prontas para o sucessor de "4". Warren, que escreveu a canção "I Was Here" , já havia falado que estava preparando músicas para o 5º álbum da Beyoncé e
disse que ela apresentou algumas canções para Beyoncé em Nova York na semana passada.
"Essas são grandes canções", disse Warren, "Eu acho que eles estão no nível de "I Was Here" e eu estou realmente animada com isso. "
Beyonce cantou "I Was Here", na sede das Nações Unidas na semana passada em homenagem ao Dia Mundial da Ajuda Humanitária, que é domingo (19/08). A performance foi filmada e seu videoclipe vai estrear no mesmo dia para ajudar a lançar a campanha.
Diana ainda está ajudando na produção do novo álbum de Kelly Rowland.
Saiu um trecho hoje da entrevista que Beyoncé fez para o programa "Anderson Cooper 360º".
No trecho ela falou sobre o dia Humanitário e o significado da música "I Was Here".
A Entrevista completa sai dia 10 de Setembro.
O Clipe de "I Was Here" será lançado neste domingo, dia 19, Dia Humanitário Mundial.
"Eu invento as canções, elas viram
a música de ‘trocar a fralda’, ‘hora do banho’, ‘vamos dormir’, ela adora, e
tenta participar fazendo barulhinhos," diz Beyoncé sobre a Blue.
Ela continua, "fico olhando para a
Blue o dia todo, ela é a minha coisa favorita no mundo, e meu trabalho número 1
é protegê-la."
Como se sente em ser escolhida como a mulher mais
bonita do mundo?É muita coisa! Mas é
uma honra, me sinto mais linda do que nunca porque dei à luz, nunca me senti
tão conectada, e com um propósito como este."
Como sua rotina de beleza mudou desde que o bebê
nasceu?Meus dedos e pés
estão mais ásperos desde que virei mãe, fora isso, tento cuidar de mim tomando
pelo menos uma garrafa de água com limão por dia, e sempre tomando as
vitaminas.
Como se sente com si mesma comparado a quando você
tinha seus 20 anos?Me sinto mais
confiante, abracei meus defeitos, sou como qualquer outra pessoa, tem dias que
olho no espelho e penso "oh meu Deus, gostaria de poder mudar isso e
aquilo." Quanto mais madura, você percebe que essas imperfeições fazem
você mais bonita.
Qual parte do seu corpo você está amando agora?Estou orgulhosa que minha cintura voltou ao normal
tão rápido.
Qual parte do seu corpo ainda te deixa doida?Sempre tenho dificuldades em tonificar a parte de
trás dos ombros, é onde tenho que trabalhar mais.
Quando você se sente mais bonita?Quando acabo de sair do chuveiro, estou limpa e com
uma bela lingerie e indo para a cama, nessas horas me sinto muito bonita,
quando estou sem maquiagem e posso sentir minha pele.
Você se sentiu bonita durante a gravidez?Não me senti bonita durante o nascimento, mas quem
sentiria? Depois de estar cheia de fluidos e ter ganho tanto peso, com lábios e
bochecas inchadas, eu mal conseguia me reconhecer. Tentei o melhor em usar bobs
no cabelo, gloss quando cheguei no hospital, e fui até o final com o salto
baixo, dou risada quando penso nisso. Mas depois de muitas horas, não me
importava com a aparência, tudo virou sobre o milagre que Deus me deu, a
oportunidade de trazer um humano.
Como seu corpo tem mudado desde o parto?Tive que pegar meus músculos de volta, qualquer
parte que estivesse forte e musculosa, como minhas pernas, estou finalmente
vendo voltar, você tem apenas que trabalhar nisso.
Você tem maquiagens tão antigas que teve que jogar
fora?Sou boa em jogar
fora as coisas vencidas, mas guardo minhas máscaras por bastante tempo, eu
prefiro elas mais velhas, faz os cílios ficarem mais grossos e longos.
Se lembra de quando usou maquiagem pela primeira
vez?Estava brincando com
as maquiagens da minha mãe quando tinha uns seis anos, usei sombra azul, batom
vermelho e muito blush, parecia um palhaço, mas achei que estava linda.
Você fica mais confortável em roupas básicas ou
mais glamurosas?Gosto de ser mulher,
nunca pensei que teria um dia em que não fosse usar saltos, mas agora que tenho
uma filha e ando com ela nos braços, estou comprando mocassins e oxfords, gosto
deles porque são confortáveis, os saltos baixos também, antes eu pensava
"quanto mais alto o salto, mais sexy", mas agora vejo os outros como
"esses são bem sexy!"
E como o seu marido prefere?Ele ama quando eu uso sapatos sem salto, o que é
uma surpresa, ele nunca me viu em sapatos baixos antes! Ele gosta mais do eu
relaxado e natural.
Descreva um domingo perfeito.Passar o dia com a família, sem trabalho, nem mesmo
discutir sobre isso, almoçar na minha pizzaria favorita, uma taça de vinho
vermelho e assistindo Game Of The Thrones.
Se você está com aparência cansada, como
você faz pra ficar mais bonita?Gloss
nos lábios, amo o Loreal Infallible 8 HR Le Gloss Coral Sands, e um pouco de
blush.
O que você aprendeu sobre cabelo através do
salão da sua mãe?Tudo, eu gosto de
experimentar, gosto de mechas e tingir as pontas, sei cortar e arrumar o meu
próprio cabelo, recentemente cortei cinco centímetros sozinha, separei no meio
e chh-chh-chh.
Você normalmente faz a própria maquiagem para os
grande eventos, por quê?Gosto de fazer minha
própria maquiagem, mas não consigo fazer a dos outros, nunca tentei, na
verdade. Conheço meu rosto porque sentei na cadeira de maquiagem por metade da
minha vida, estou feliz de ter uma filha porque assim eu espero que ela goste
de maquiagem, mas ela provavelmente não vai, né?
Como se sente em sair de casa sem maquiagem?Todo dia da vida é uma parte da minha história, e
tenho trabalhado bem duro na carreira e na vida, então gosto de estar certa de
que não ficaria chateada se alguém me visse. Na maior parte tenho usado meu
cabelo para trás em rabo de cavalo, sem maquiagem, só com um óculos escuro e
gloss nos lábios.
Como você vê os rumores de que teria usado uma
barriga falsa?Aquilo foi uma
loucura, não me magoou, eu pensava "como eles inventaram isso?"
Há também rumores de que seu esquema de segurança
atrapalhou o andamento do hospital no qual você deu à luz.Ai Deus, que loucura, ridículo.
Algum outro rumor louco?Que eu faço exercícios duas vezes por dia,
absolutamente que não. Sou uma mãe de primeira viagem, não tenho tempo pra
isso, e não, não tenho um treinador morando comigo.
Você é uma mulher ocupada, que tipo de exemplo você
quer ser?Quero mostrar para
as mulheres que quando você vira mãe, isso não significa que você precisa
largar tudo, você pode ser uma mãe e sedutora do seu marido, você pode ser
forte e cuidadosa com sua criança, ter garra e ser generosa, amar a você e à
sua família. Quero continuar me desafiando, e estou muito animada em poder
dividir com meus fãs, no palco, tudo que aprendi nesse último ano.
O que vem depois do show no Revel Resort?Começamos a filmar "Nasce Uma Estrela" no
fim do ano, sempre fico nervosa antes de fazer um filme, esse sentimento me
empurra pra frente.
O que sempre está na sua bolsa nesses últimos dias?Um par de óculos escuros, gloss para os lábios, meu
perfume, e uma chupeta!
Beyoncé ainda comentou sobre alguns momentos de sua carreira, "em
2009, dirigir o DVD I Am World Tour foi uma das conquistas da qual mais me
orgulho, e no Grammy de 2010, a noite foi bastante especial para mim com os
seis Grammys, levou um tempo pra cair a ficha."
A revista chega nas bancas
norte-americanas na sexta-feira, 27.
Beyoncé fez uma entrevista com a Xuxa para o programa TV Xuxa da Globo, onde a diva comentou sobre a música “1+1″ na novela “Fina Estampa” e também a passagem pelo Brasil com a turnê mundial, confira.
Beyoncé falou sobre as novelas do Brasil e agradeceu por terem escolhido a música “1+1″ para a trilha sonora da “Fina Estampa”, nome qual a diva teve problemas em pronunciar, “desculpa, desculpa… Suna Estampa.”
Ela ainda comentou sobre a energia do público brasileiro durante a turnê mundial, que passou pelo nosso país no início de 2010, “senti como se fossemos irmãos, parece que eles estavam no palco, eu poderia até colocar o microfone de lado.” A diva também confirma que o Brasil é um país chave para as próximas turnês, “sempre vou passar no Brasil com as minhas turnês!”
Durante toda a entrevista, Xuxa segurou o novo DVD “Beyoncé: Live At Roseland”, já disponível no Brasil assim como o novo álbum “4″. Para quem quiser comprar online, recomendados a loja virtual da Saraiva!
Todos já sabem que o Rodrigo Faro foi até Nova York entrevistar Beyoncé e se consagrar por ser o primeiro Apresentador brasileiro a entrevistá-la,mas Xuxa não precisou nem ir até os EUA para ter a primeira Entrevista mostrada na TV brasileira.
Xuxa interage com Beyoncé através do telão e Beyoncé fala de sua gravidez e de sua música favorita, "1+1", que está na novela "Fina Estampa".
Veja comercial da entrevista que vai passar nesse sábado,dia 10:
Beyoncé fez uma entrevista com a Katie Couric para o programa 20/20 da rede ABC, e hoje temos a entrevista legendada em português e com cenas que não foram ao ar, assista.
Editado e Legendado por : Beyoncé Noticias.